domingo, 31 de maio de 2009

Ética x Favoritismo



Antes de mais nada, quero dizer que eu gostei da demissão do Eduardo, pois desde o começo eu nunca torci para ele, sempre torci para ele ser demitido.
Minha torcida era para o Edson ser o campeão porque ele, assim como eu, é uma pessoa introvertida e eu queria que ele mostrasse que as pessoas quietinhas conseguem chegar tão longe quanto as falantes. Mas infelizmente ele compactuou com o suposto "suborno" que o Eduardo pretendia fazer.

Trazendo esse episódio para a vida real, não sei qual foi a tarefa, mas pelo que eu sei, o Edurado tinha a intenção de subornar os fiscais da prefeitura, para não ter problemas com eles.
Me indgnou quando ele disse: Este é o Brasil.
Bom. Este é o Brasil que ele faz.
O segundo vídeo me veio à tona algo muito frequente nas organizações, que é o favoritismo.
Mesmo depois de toda a advertência do Justus e do conselheiro, ninguém levou em conta o que eles disseram e declararam que demitiriam a outra moça (a Luíza).
Isso mostra que dentro das organizações, o favoritismo passa por cima da ética. As pessoas são capazes defender um colaborador que comete fraudes, por puro favoritismo. Caçam e encontram motivos, ou melhor, encontram desculpas para demitir qualquer outro funcionário, mas não demitem o que comete erros graves e anti-éticos, só porque são "amiguinhos" ou CÚMPLICES. Deu para perceber o desespero e a surpresa das moças quando o Eduardo foi demitido, elas deveriam ter imaginado que além do líder, o Eduardo seria demitido também em uma situação como essa.
E quanto ao líder Edson, espero que ele tenha aprendido a lição, pois um líder deve dar exemplo e todos os funcionários, independe de cargo, devem ser éticos. Portanto, foi justa a demissão do Edson também.
E chefe que encobre e defende as fraudes dos "amiguinhos" é o que mais existe por aí. Esse episódio retratou direitinho a atitude de muitos líderes.

Durante todo o programa dava para perceber que o Eduardo era o favorito do Justus, mas mesmo assim ele permitiu que a ética e honestidade falasse mais alto que suas preferências particulares.

sábado, 25 de abril de 2009

A importância do Trabalho em Equipe

Texto que recebi por e-mail
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Por Maciel Rizzi.
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A globalização e o avanço tecnológico trouxeram novas perspectivas aos profissionais de diversas áreas. Muitos métodos, ferramentas, máquinas e softwares surgiram para facilitar e maximizar a produtividade. Porém, algumas qualidades intangíveis ainda são imprescindíveis. A capacidade de trabalhar em equipe é uma delas.
Num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, muitas vezes as competências individuais se sobrepõem às vantagens do trabalho em equipe. Sendo assim, não é de se admirar que o hábito de cooperação esteja sendo aos poucos esquecido.
O profissional de hoje atua sob pressão, o medo de uma demissão ou de ser superado numa promoção, acaba por despertar em algumas pessoas o sentimento da inveja. Um sentimento capaz apenas de enxergar os defeitos do próximo.
Para uma organização comprometida com resultados e a otimização de seus recursos o pior que poderia acontecer seria uma corrente de pensamentos negativos e individualistas entre seus funcionários.
Para uma melhor reflexão de um assunto tão importante tornasse oportuna uma historinha simples, mas que ilustra bem o ambiente vivenciado em muitas empresas.
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"Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembleia.
Foi uma reunião de ferramentas para tirar as suas diferenças.
O martelo exerceu a Presidência, entretanto lhe foi notificado que teria que renunciar.
Por que? Fazia demasiado ruído. E também passava o tempo todo golpeando. O martelo aceitou a sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso.
Disse que ele necessitava dar muitas voltas para que servisse para alguma coisa. Ante ao ataque o parafuso aceitou também, mas na sua vez pediu a expulsão da lixa. Fez ver que era muito áspera em seu tratamento e sempre teria atritos com os demais.
A lixa esteve de acordo, com a condição que também fosse expulso o metro, que sempre ficava medindo aos demais segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.
Nisso entrou o carpinteiro, colocou o avental e iniciou o seu trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Finalmente, a grossa madeira inicial se converteu um um lindo móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembleia recomeçou a deliberação.
Disse o serrote: Senhores, se há demonstrado que temos defeitos, entretanto o carpinteiro trabalha com nossas qualidades. Isto é o que nos faz valiosos. Assim, devemos nos concentrar em nossos pontos negativos e na utilidade de nossos pontos positivos.
A assembleia comcluiu então que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para afinar e limar a aspereza, e observaram que o metro era preciso e exato.
Sentiram-se então uma grande equipe capaz de produzir muitos móveis de qualidade.
Ficaram felizes com suas fortalezas e por trabalharem juntos".
Por incrível que pareça ocorre o mesmo com os seres humanos. Quando as pessoas buscam pequenos defeitos nos demais, a situação se torna tensa e negativa. É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo, entretanto, encontrar qualidades é tarefa para aquelas pessoas com espírito superir, que são capazes de inspirar todos os êxitos humanos.
Fim

segunda-feira, 9 de março de 2009

É possível trabalhar no que não se gosta?

Dizem que não dá para fazer sempre o que não se gosta. Mas infelizmente nem sempre dá para fazer só o que se gosta.
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Todos sabem que devemos trabalhar em algo que gostamos. Mas nem sempre isso é possível. Muitas pessoas ainda trabalham em algo que não gostam, talvez por falta de oportunidade para seguir a carreira que se quer, ou por estratégia.
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Roberto Carlos não era um cantor romântico quando começou sua carreira, mas trabalhando com outro estilo musical, ele conseguiu se consagrar e se consolidar. Hoje ele pode cantar o estilo musical que quiser, e seu sucesso será garantido. Pode-se dizer que isso foi uma estratégia: fazer o que não se gosta de uma maneira estratégica para alcançar o que se gosta.
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Até que consigamos um emprego na área que queremos, podemos transformar nosso atual serviço em uma atividade prazerosa. Como?
Eu vou usar como exemplo uma coisa que eu entendo bem: Telemarketing, rsrsrs.
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Quem acompanha meus blogs sabe que eu já fui operadora de telemarketing, afinal eu já falei isso mais de quinhentas vezes, ninguém aguenta mais me ouvir falando isso, rsrsrs.
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Graças a Deus, esse é um serviço que eu gosto de fazer. Mas muitos operadores de telemarketing não gostam do que fazem e só trabalham nisso (segundo eles) por falta de opção.
Mesmo não gostando do serviço, uns gostam mais de tele-cobrança, outros gostam mais de tele-vendas e outros tele-atendimento (SAC).
Ou seja, mesmo exercendo uma profissão que eles não gostam, têm determinadas atividades dentro dessa profissão, que eles de certa forma gostam, se identificam, têm mais habilidade.
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É possível transformar o trabalho em uma atividade prazerosa, mesmo que você não goste da profissão. Basta identificar qual atividade te dá mais prazer nessa profissão.
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Toda vez que eu procuro emprego de telemarketing, eu já escrevo logo em meu currículo que meu objetivo é trabalhar com tele-vendas, pois é a atividade que eu mais gosto e tenho mais facilidade (dependendo do produto, rsrsrs) de desempenhar meu serviço.
Mas eu também não quero ser teleoperadora o resto da vida. Só que enquanto não alcançamos nossos objetivos, temos que trabalhar muito e às vezes (por ironia do destino, rsrs) é preciso trabalhar no que não gostamos. E é por isso que é tão importante transformar o que não se gosta, em algo que se gosta, procurando as atividades que mais te dão prazer dentro da profissão.
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É possível trabalhar no que não se gosta?
Eu acredito que sim. Mas é preciso ser grato pelo seu emprego em primeiríssimo lugar, também é preciso ser motivado e exercer as atividades que mais te dão alegria dentro da profissão, mesmo que não seja a profissão que você sonha.
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Se você está trabalhando em algo que não gosta, desejo que você logo consiga um emprego na área que você quer, mas enquanto isso não acontece, te desejo toda a motivação do mundo para seguir em frente, rumo a realização dos teus sonhos. Encare seu atual emprego como uma ferramenta que irá te ajudar a alcançar o emprego dos teus sonhos.
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E mesmo exercendo a profissão desejada, haverão também certas atividades que nós não iremos gostar, ou não iremos nos identificar, ou seja, mesmo que a gente trabalhe no que mais amamos, haverão atividades dentro dessa profissão, que a gente não vai gostar de fazer. Mas teremos que fazer. Por isso dizem que nem sempre dá para fazer só o que se gosta.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Abrir mão da família?

Muita gente reclama que queria passar mais tempo perto de sua família, mas não pode fazer isso por causa do trabalho que consome quase todo seu tempo.
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Dizem os grandes profissionais que abrir mão de momentos com a família vale a pena desde que se tenha um objetivo. Depois que o objetivo for alcançado, você verá que valeu a pena e que agora você pode desfrutar de toda alegria que é estar perto das pessoas que ama.
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Mas abrir mão dos bons momentos com a família sem ter objetivo algum, não vale a pena, o trabalho se torna cada vez mais sacrificante e irritante.
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Tenha um objetivo!
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